A revista Vo2max numero 84 de setembro de 2012 publicou uma reportagem com o professor Randonneur Richard Dunner.
Vale a pena conferir
Obrigado Richard!
Mais informações e reportagens sobre o ciclista Richard Dunner:
Reportagens Richard
Outras reportagens sobre Randonneur e Audax na Revista Vo2max
Reportagens Audax Vo2max
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
Regrinhas do Brevet Zero
No link estão algumas informações sobre o brevet que organizei em 2010 seguindo os principio semelhante ao da fleche
http://audaxsantacruz.blogspot.com.br/2010/12/brevet-zero.html
Data: 21 de novembro de 2010.
A data constava no calendário oficial.
Segui alguns princípios:
Ninguém que demonstrou interesse em participar foi impedido, apenas avisado da forma como seria realizado. Chegando a casa logo após ter concluído o brevet de 300km peguei o meu carro e foi acompanhar as duas participantes femininas que permaneciam na estrada, já na noite do domingo, assumindo as minhas preocupações de “organizador”.
Os ciclistas participaram em grupo por opção, não eram obrigados a tal, pois o regulamento foi respeitado também neste ponto.
Tivemos a participação apenas de ciclistas experientes e alguns desistiram de participar por não se sentiam habilitados a tal.
Percurso 302 a 310 km (dei duas opções de percurso com um pequeno desvio, tour extra opcional)
Carta de Rota: planilha excel com informações
Informações precisas entregue aos participantes
Valor da inscrição: zero
Não cobrei inscrição, pois julgo que isto resulte em direitos ao então participante que tinham a opção de encomendar medalhas ACP para o brevet, com encomenda posterior e pagamento do valor definido.
Divulgação: quase zero- não era o objetivo ter muitos participantes. Não fiz convites por e-mail, apenas alguns verbais. Convite por e-mail configura uma organização e gera responsabilidades.
Apoio da Policia Rodoviária: zero
Cada um exerceu o seu direito de ir e vir nas rodovias e foi avisado sobre isto.
Autorização do DAER: zero idem acima!
Apoio da organização nos PCs: zero
Cada um recebeu a planilha com as opções de alimentação durante o percurso que foi definido de maneira que houvesse opções.
Veículos de apoio: nenhum se fosse preciso um veiculo de resgate poderia ser acionado e o telefone estava na planilha
Medalhas: sob encomenda!
Certificado: Algum tempo depois fiz e entreguei gratuitamente!
Brevet válido pelo calendário ACP série 2011= OK
Numero de ciclistas participantes: 11= bom
Numero de homologados: 11
Numero das homologações esta disponível em:
http://www.randonneursbrasil.com.br/homologacoes
Foi um brevet que demonstra que existem várias maneira de se fazer a mesma coisa, no caso organizar um brevet, ou será não organizar? Perguntei para uma das participantes, qual a diferença entre pedalar um brevet organizado com estrutura nos pcs e um assim, sem estrutura? A resposta: nenhum, as dificuldades foram às mesmas e pedalei igual. Talvez a única diferença é que esquecemos de pagar o lanche no Pesque e Pague. Estávamos acostumados a apresentar a ficha fornecida pela organização, mas pagamos depois no retorno.
Talvez o que mude seja o Espírito Randonneur de quem participa.
Os participantes estavam pedalando da forma mais democrática possível, usando o próprio direito de ir e vir. Ninguém reclamou das bananas verdes no PC, pois não haviam bananas. Não faltou alimentação nos controles e pontos de apoio. Cada um pagou as suas despesas. Não faltou comprovação de passagem nos pontos do percurso.
Espero contribuir para o que realmente é um brevet Randonneur.
Um desafio de superação que inclui a autossuficiência para a longa distancia.
Acredito que devem existir dois tipos de brevets, os pagos e com mordomias, resgate, tudo que um evento bem estruturado deve ter.Os gratuitos, pagamentos posteriores, como o descrito acima.
Os brevets devem ser organizados por ciclistas para ciclistas, mas isto já é outro assunto.
O organizador tem a opção de não aceitar a participação de algum ciclista, mas também não pode realizar um brevet individual.
O desafio é individual, no caso dos brevets Randonneurs da linha do Clube Audax Paris (ACP) e mentir neste caso é mentir para si mesmo. O organizador tem como fazer controles secretos e deixar fiscais na estrada. Da mesma forma que em uma Fleche os participantes precisam carimbar o passaporte em pontos definidos e utilizar outras formas de comprovante de passagem em locais do percurso.
Aqui no Brasil ainda temos uma imagem do que é um brevet que nem sempre necessita ser exatamente desta forma. A Formula do Brevet Zero é o conceito de Randonneur mais puro e não indicada para novatos na estrada. Em países de “primeiro mundo” onde existem melhores condições de transito para as bikes e mais cultura ciclística, este tipo de brevet se torna mais pratico e fácil de ser pedalado.
Os eventos da União dos Audax Franceses no Brasil (Audax Bresil) possuem alguns regulamentos de brevets permanentes com este Espírito de Longa Distancia e que podem servir de modelo e experiência para eventos do tipo “Zero”.
Ver alguns destes regulamentos:
http://www.audaxbresil.com.br/regulamentos
Bons passeios com o prazer puro do pedalar.
http://audaxsantacruz.blogspot.com.br/2010/12/brevet-zero.html
Data: 21 de novembro de 2010.
A data constava no calendário oficial.
Segui alguns princípios:
Ninguém que demonstrou interesse em participar foi impedido, apenas avisado da forma como seria realizado. Chegando a casa logo após ter concluído o brevet de 300km peguei o meu carro e foi acompanhar as duas participantes femininas que permaneciam na estrada, já na noite do domingo, assumindo as minhas preocupações de “organizador”.
Os ciclistas participaram em grupo por opção, não eram obrigados a tal, pois o regulamento foi respeitado também neste ponto.
Tivemos a participação apenas de ciclistas experientes e alguns desistiram de participar por não se sentiam habilitados a tal.
Percurso 302 a 310 km (dei duas opções de percurso com um pequeno desvio, tour extra opcional)
Carta de Rota: planilha excel com informações
Informações precisas entregue aos participantes
Valor da inscrição: zero
Não cobrei inscrição, pois julgo que isto resulte em direitos ao então participante que tinham a opção de encomendar medalhas ACP para o brevet, com encomenda posterior e pagamento do valor definido.
Divulgação: quase zero- não era o objetivo ter muitos participantes. Não fiz convites por e-mail, apenas alguns verbais. Convite por e-mail configura uma organização e gera responsabilidades.
Apoio da Policia Rodoviária: zero
Cada um exerceu o seu direito de ir e vir nas rodovias e foi avisado sobre isto.
Autorização do DAER: zero idem acima!
Apoio da organização nos PCs: zero
Cada um recebeu a planilha com as opções de alimentação durante o percurso que foi definido de maneira que houvesse opções.
Veículos de apoio: nenhum se fosse preciso um veiculo de resgate poderia ser acionado e o telefone estava na planilha
Medalhas: sob encomenda!
Certificado: Algum tempo depois fiz e entreguei gratuitamente!
Brevet válido pelo calendário ACP série 2011= OK
Numero de ciclistas participantes: 11= bom
Numero de homologados: 11
Numero das homologações esta disponível em:
http://www.randonneursbrasil.com.br/homologacoes
Foi um brevet que demonstra que existem várias maneira de se fazer a mesma coisa, no caso organizar um brevet, ou será não organizar? Perguntei para uma das participantes, qual a diferença entre pedalar um brevet organizado com estrutura nos pcs e um assim, sem estrutura? A resposta: nenhum, as dificuldades foram às mesmas e pedalei igual. Talvez a única diferença é que esquecemos de pagar o lanche no Pesque e Pague. Estávamos acostumados a apresentar a ficha fornecida pela organização, mas pagamos depois no retorno.
Talvez o que mude seja o Espírito Randonneur de quem participa.
Os participantes estavam pedalando da forma mais democrática possível, usando o próprio direito de ir e vir. Ninguém reclamou das bananas verdes no PC, pois não haviam bananas. Não faltou alimentação nos controles e pontos de apoio. Cada um pagou as suas despesas. Não faltou comprovação de passagem nos pontos do percurso.
Espero contribuir para o que realmente é um brevet Randonneur.
Um desafio de superação que inclui a autossuficiência para a longa distancia.
Acredito que devem existir dois tipos de brevets, os pagos e com mordomias, resgate, tudo que um evento bem estruturado deve ter.Os gratuitos, pagamentos posteriores, como o descrito acima.
Os brevets devem ser organizados por ciclistas para ciclistas, mas isto já é outro assunto.
O organizador tem a opção de não aceitar a participação de algum ciclista, mas também não pode realizar um brevet individual.
O desafio é individual, no caso dos brevets Randonneurs da linha do Clube Audax Paris (ACP) e mentir neste caso é mentir para si mesmo. O organizador tem como fazer controles secretos e deixar fiscais na estrada. Da mesma forma que em uma Fleche os participantes precisam carimbar o passaporte em pontos definidos e utilizar outras formas de comprovante de passagem em locais do percurso.
Aqui no Brasil ainda temos uma imagem do que é um brevet que nem sempre necessita ser exatamente desta forma. A Formula do Brevet Zero é o conceito de Randonneur mais puro e não indicada para novatos na estrada. Em países de “primeiro mundo” onde existem melhores condições de transito para as bikes e mais cultura ciclística, este tipo de brevet se torna mais pratico e fácil de ser pedalado.
Os eventos da União dos Audax Franceses no Brasil (Audax Bresil) possuem alguns regulamentos de brevets permanentes com este Espírito de Longa Distancia e que podem servir de modelo e experiência para eventos do tipo “Zero”.
Ver alguns destes regulamentos:
http://www.audaxbresil.com.br/regulamentos
Bons passeios com o prazer puro do pedalar.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Por que selim Brooks?
Sugiro a leitura do texto anterior sobre o assunto:
Os selins de couro se moldam a anatomia do ciclista.
Significa que quando você estiver utilizando um se selim amaciado ( por você) o
teu peso será distribuído em uma área maior em cima do selim e não estará
apenas “ esmagando” o músculo e pele contra os ísquios.
O couro é fixado na parte frontal e traseira do selim e na
parte intermediária ele sede ficando confortável.
É um selim resistente e durável.
Devido a estas três
características este tipo de selim de couro é o mais indicado para ciclo
turismo e desafios ciclísticos de longa distancia Audax, Randonneur e
similares.
É um selim bonito, estiloso e com visual retro. Pode ser difícil acreditar
que um selim fabricado da mesma maneira a mais de 100 anos, seja mais
confortável do que um moderno e com todo tipo de tecnologia atual.
Qual o modelo de
selim?
É a dúvida principal para quem pretende comprar o primeiro.
Primeiro é necessário ver algumas características, já que são vários modelos,
nem sempre é fácil diferenciar e pode ser que nem todo detalhe seja fundamental
para a escolha.
Características do
selins Brooks
Lateral raspada
A função é evitar o atrito da borda lateral do couro com as
pernas.
Cadarço
Evita que a borda lateral do couro abra, evitando o
contato/atrito com as pernas. As laterais do couro, principalmente nos modelos
maiores, “se abrem” quando o peso do ciclista esta sobre o selim que sede e
tende a ficar mais plano/ aberto.O uso do cadarço também ajuda a deixar o couro
mais firme. Já adaptei o cadarço em
alguns dos meus selins que não o possuíam originalmente, para isto, com o uso
de um vasador, fiz um furo em cada lado da borda e amarrei o cadarço.
Em alguns modelos existe a opção de utilizar o cadarço
colorido e que fica com uma estética bem interessante.
Trilhos
Opções de material: aço ou titânio.
Os modelos com trilhos de aço são encontrados nas cores
preto, cromado e em alguns modelos especiais na cor cobre. Os modelos de
titânio são mais leves, tem custo maior e dificilmente são encontrados no
Brasil.
Veja as opções dos selins da marca Gilles Berthoud que alem do peso
possuem outras vantagens
Os selins da marca Brooks possuem trilhos longos o que
permite uma grande relulagem do ajuste para frente ou para trás.
Cor
Detalhe estético. Sou
da opinião que este selim é especial e valoriza e diferencia a bicicleta e o
ciclista, por isto gosto de modelos na cor mel, ou salmão, pois deixam visível
que o selim é de couro, mesmo que não esteja combinando com a cor do quadro e
demais componentes.
Rebites
As opções são o rebites simples e os martelados.
As vantagens do rebite martelado:
Durabilidade: prende o couro em uma superfície maior e evite
que aconteça como na foto abaixo de um selim usado e com o couro bem esticado.
Estética
Medidas e peso
Variam conforme o modelo. São os itens fundamentais para a
escolha e dependem de vários fatores, tamanho do ciclista, modelo de bicicleta,
tipo de uso e a“ montaria”.
Veja a tabela abaixo
da loja www.faccinbicicletas.com.br
O modelo de selim é a escolha mais pessoal do ciclista, é um
produto para “contato intimo” e por isto importante. É difícil dizer com
certeza para algum ciclista qual o modelo que deve utilizar, mas algumas dicas
podem ajudar.
OBS: Montaria- nome que usei para
falar da posição do ciclista em cima do selim que vai ser alterada conforme a
relação de altura do guidão em relação ao selim. Seria a maneira de como o ciclista fica
sentado.
Conforto, passeio- ciclista mais sentado, ficando na posição
mais vertical. Utiliza guidão mais alto do que o selim. Pode utilizar um selim
modelo mais largo.
Speed, competição- ciclista mais montado, ficando na posição
mais horizontal. Utiliza guidão na mesma altura, ou mais baixo do que o selim.
Pode utilizar um selim mais estreito.
Ciclista grande pode utilizar selim mais largo. Ciclista
pequeno pode utilizar selim mais estreito. Esta definição é bastante genérica,
pois o que é um ciclista grande? O que seria preciso definir é a distancia dos
ísquios. Um ciclista grande deve ter a bacia mais larga, mais distancia entre ísquios,
por isto mais dificuldade para utilizar um selim estreito. O ideal é que os ísquios fiquem assentados
sobre o couro do selim, principalmente se o ciclista fica montado na posição
mais vertical. No meu caso pessoal, sou grande, tenho 1.90 de altura, fico em
uma posição mais vertical sobre o selim e utilizo selins Brooks B-17 e Brooks Flyer (175mm).
O ciclista pode antes de comprar o primeiro selim fazer um
rápido teste com a bicicleta de um amigo
Selim usado: não
tem a mesma eficiência e pode demorar até mais do que um novo para ser
moldado. Na compra de um selim usado é
preciso verificar se o parafuso de regulagem não esta no final da rosca( curso)
o que indica que o couro já foi muito esticado e já esta no final da vida útil.
A regulagem dever ser mínima, uma volta no parafuso, ou o
suficiente para deixar o couro um pouco mais esticado.
Quando esticar o
couro? Quando estiver afundando muito, geralmente causa um desconforto,
pois a ponta do selim fica muito saliente e o couro pode até atingir o
carrinho.
Quanto tempo dura um
selim Brooks?
Vai depender do uso, cuidado e até do peso do ciclista.
Teoricamente um Brooks com uso diário:
Modelo Brooks Aged= couro envelhecido , deveria durar até 5 anos.
Modelo normal, couro não envelhecido, deveria durar até 20
anos.
Observações:
A durabilidade também depende do modelo, alguns possuem
couro com maior espessura e com menor superfície.
O Selim Brooks Imperial com couro vazado deve ceder mais rapidamente.
Os selins atuais estão com uma durabilidade visivelmente
menor do que os selins antigos testados. O couro esta cedendo mais facilmente,
será que as vacas estão ficando com a pela mais fina?
Uso da capa de chuva.
Este é um acessório que não utilizo e aconselho o uso apenas em pedais na
chuva. Em dias secos e quando não estiver utilizando, deixe o couro respirar e
secar.
Manutenção
Para preservar o selim Brooks o ideal é o uso da CeraBrooks Proofide a original da marca. Usar a cera após o uso da chuva e também quando
for deixar o selim vários dias sem uso. Quando visualizar micro rachaduras no
couro, utilize a cera.
Evite molhar o selim Brooks. Se molhar, tente secar logo que
possível e se for preciso deixe um pouco no sol.
Para limpeza utilize um pano seco, se estiver muito sujo um
pano úmido secando com um seco logo em seguida. Utilizo a cera do selim apenas
na parte superior.
Para limpeza quando o selim estava muito encardido, usei
água e esfreguei levemente com os dedos, o encardido e a sobra de cera saiu
facilmente. Depois de secar, passeio novamente a cera e o couro ficou com a cor
original.
Na falta da cera Proofide, utilize o creme hidratante
anti-assaduras, o mesmo utilizado no corpo, para lubrificar o couro do selim. O
creme hidratante para o corpo também ajuda a amaciar o couro. Não aconselho o
uso de óleos, banha ou azeites de origem animal ou vegetal no couro, mesmo que
não danifiquem o couro, irão deixar a sua bermuda suja.
Preço do selim Brooks
É um selim com custo maior do que um simples, mas não é um
selim comum. É um selim durável e confortável,
para quem realmente pedala vale muito o investimento.
Já li e escutei várias ideias malucas sobre o uso deste tipo
de selim e espero estar ajudando a tirar dúvidas.
Escrevi este texto
baseado nos mais de 15000 quilômetros rodados, com vários modelos de selins da
marca Brooks, e também em dúvidas e questionamentos recebidos nestes últimos
três anos, desde que escrevi sobre os selins de couro.
Luiz M. Faccin, Junho de 2012.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Fotos e relato Fleche Santa Ciclismo 2012
Fotos de Luiz M. Faccin
https://picasaweb.google.com/104380403343235917551/FlecheSantaCiclismo2012
Relato e fotos de João Paulo Jankowski Saboia
http://doatlanticoaopacifico.com/archives/3260
Duas equipes/365 km / 24h
Fleche completada com muito bom humor, um pouco de frio, bons companheiros de equipe e de viagem, muitas subidas, um pouco de vento, lua cheia maravilhosa, estrela cadente verde neon, muitas fotos legais, sol e tempo bom...
https://picasaweb.google.com/104380403343235917551/FlecheSantaCiclismo2012
Relato e fotos de João Paulo Jankowski Saboia
http://doatlanticoaopacifico.com/archives/3260
Duas equipes/365 km / 24h
Fleche completada com muito bom humor, um pouco de frio, bons companheiros de equipe e de viagem, muitas subidas, um pouco de vento, lua cheia maravilhosa, estrela cadente verde neon, muitas fotos legais, sol e tempo bom...
terça-feira, 3 de abril de 2012
Fleche Santa Ciclismo 2012- equipes e percurso
Definidas as equipes 2012
Equipe Santa Ciclismo I
Luiz Maganini Faccin
Vitor H. Matzembacher
Edimar da Silva
Gabriela Martin
Equipe Santa Ciclismo II
Claiton Ketzer
Luiza Schwab
Lidiane Tamara Lauermann
João Paulo Jankowski Saboia
Largada prevista para às 7 e 8h do dia 06 de abril na Pousada Esquina do Sol;
Chegada 24h depois na Faccin Bicicletas em Santa Cruz do Sul
Percurso fleche 2012
Percurso: Praia do Cassino em Rio Grande a Santa Cruz do Sul
Cassino= km zero
Estrada para Rio Grande= 12
Quinta= 11
Pelotas=33
BR392=10
Canguçu=49
Estrada para encruzilhada= 29
Br392 até RS 412
Entrar na RS 412- segundo por Vera Cruz- Esquina Goelzer- Padaria Roque Schuch- Santa Cruz do Sul- Faccin Bicicletas
Distancia Total= 360,10
Percurso a partir do Fita Azul utilizado em brevets anteriores
http://www.audaxsantacruz.blogspot.com.br/2011/01/carta-de-rota-brevet-400.html
Em breve as fotos de mais este desafio!
Equipe Santa Ciclismo I
Luiz Maganini Faccin
Vitor H. Matzembacher
Edimar da Silva
Gabriela Martin
Equipe Santa Ciclismo II
Claiton Ketzer
Luiza Schwab
Lidiane Tamara Lauermann
João Paulo Jankowski Saboia
Largada prevista para às 7 e 8h do dia 06 de abril na Pousada Esquina do Sol;
Chegada 24h depois na Faccin Bicicletas em Santa Cruz do Sul
Percurso fleche 2012
Percurso: Praia do Cassino em Rio Grande a Santa Cruz do Sul
Cassino= km zero
Estrada para Rio Grande= 12
Quinta= 11
Pelotas=33
BR392=10
Canguçu=49
Estrada para encruzilhada= 29
Br392 até RS 412
Entrar na RS 412- segundo por Vera Cruz- Esquina Goelzer- Padaria Roque Schuch- Santa Cruz do Sul- Faccin Bicicletas
Distancia Total= 360,10
Percurso a partir do Fita Azul utilizado em brevets anteriores
http://www.audaxsantacruz.blogspot.com.br/2011/01/carta-de-rota-brevet-400.html
Em breve as fotos de mais este desafio!
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